Mesmo eliminada da Copa do Mundo de 2026 nas oitavas de final, a Seleção Brasileira não deixará o torneio de mãos vazias. Apesar da derrota por 2 a 1 para a Noruega, que encerrou a campanha no último domingo (5), a participação no Mundial garantiu uma premiação milionária para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e para os jogadores convocados.
Pelas regras de distribuição de prêmios da FIFA, a CBF terá direito a receber US$ 16,5 milhões, valor que reúne US$ 15 milhões pela campanha até as oitavas de final e outros US$ 1,5 milhão destinados ao apoio logístico das seleções participantes. Convertido para a moeda brasileira, o montante gira em torno de R$ 85 milhões.
Antes mesmo do início da competição, a entidade definiu que 70% da premiação seria repassada aos atletas, enquanto os 30% restantes ficariam com a comissão técnica e os demais integrantes da delegação.
Caso o valor destinado aos jogadores seja dividido igualmente entre os 26 convocados, cada atleta poderá receber aproximadamente US$ 440 mil, o equivalente a cerca de R$ 2,3 milhões. No entanto, a CBF ainda não confirmou oficialmente como será feita essa distribuição após a eliminação.
A queda precoce também representou uma perda significativa em termos financeiros. Se tivesse avançado às quartas de final, o Brasil receberia mais US$ 4 milhões em premiação. Em um cenário de conquista do título mundial, a expectativa era de que cada jogador pudesse embolsar cerca de R$ 5,2 milhões.
Embora o sonho do hexacampeonato tenha sido interrompido antes do esperado, a campanha da Seleção na Copa do Mundo de 2026 ainda resultará em uma recompensa milionária para a CBF e para os atletas que defenderam o Brasil no torneio.
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